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Nós Leigos - Maria Inêz

Estamos no ano do Laicato, ou seja, o ano de pensar o papel do Leigo dentro da igreja, e a Pascom está lançando uma série de entrevistas com pessoas de nossas Comunidades, quinzenalmente teremos uma nova entrevista , e a séria se chama NÓS LEIGOS.

 

Qual seu nome e sua idade?

Meu nome é Maria Inêz, tenho 18 anos.

Onde você mora e qual paróquia/ comunidade faz parte?

Moro no Conjunto Água Branca, pertenço a comunidade São Francisco de Assis.

Qual sua vivencia, experiência religiosa? Eu entrei na igreja por causa da minha avó materna, que sempre foi uma catequista dentro da minha casa, eu quando criança, sempre coroando Nossa Senhora, mas nessa época era apenas coisas de criança, tinha mais interesse pelas balas ao final da missa. Quando na adolescência não achava mais graça da catequese, eu ia apenas pelas amizades. Na adolescência me envolvi com algumas pessoas e coisas que não deveria, e em meio a tudo isso e a uma crise financeira muito grave e de relacionamento dos meus pais, nesse momento de desespero, resolvi por fim nessa situação e acabei tomando uma grande quantidade de remédios, pois naquele momento não queria estar mais viva, deixei uma carta para minha mãe e logo após eu tomar os remédios, ela encontrou e leu a carta, a tempo de me ajudar, após me fazer colocar pra fora toda aqueles remédios, minha mãe colocou uma musica que me marcou “Sol da meia noite – Rosa de Saron ”, e a partir daquele momento eu percebi que tinha que voltar para Deus, quando contei a minha avó, ela ficou muito chateada e ela sempre diz que “a vida é um presente que Deus nos dá e que cabe a gente cuidar desse presente”, depois desse momento difícil eu voltei para os Coroinhas, hoje sou até coordenadoras dos Coroinhas da São Francisco, e fiz também o EJC. A grande mudança em relação a minha experiência com Deus, foi a situação difícil que vivi, e após esse evento, eu vi sentido nas coisas que fazia na igreja, esse retorno que tive a Igreja, eu tive porque eu tinha que me reconciliar com Deus, acho que tudo que eu faço, não é para aparecer, mas porque eu buscava de toda forma me reconciliar com Deus, então tudo que era convite eu aceitava participar, mas depois de participar de todas essas pastorais que hoje atuo, eu tive esse encontro com Jesus, e deu sentido para o que faço. Meus pais após eu participar do EJC, eles foram tocados e em seguida, fizeram o ECC que foi uma porta de entrada para a participação deles na igreja, onde eles se sentiram acolhidos e passaram de católicos não praticantes, para membros participativos da comunidade.

Você participa de alguma pastoral ou movimento da paroquia? Hoje em dia sou Coroinha e coordenadora dos Coroinhas na São Francisco, sou Ministra da Eucaristia, participo do Cafezinho da São Francisco, sou secretária do Conselho da São Francisco, faço parte da Pascom, da Liturgia, do Cerimonial de casamentos, estou ingressando na Crisma, e sou Legionária auxiliar da Legião de Maria e canto nas horas vagas nas missas.

 

Nesta entrevista foram citadas algumas pastorais e

movimentos que fazem parte da Comunidade, saiba mais sobre elas, clique nos links abaixo:

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